"Tu és um vice-treco do sub-troço"
"Tu és um indivíduo entre outros 6 bilhões e 400 milhões de indivíduos, compondo uma única espécie entre outras 3 milhões de espécies já classificadas, que vive num planetinha que gira em torno de uma estrelinha, que é uma entre outras 100 bilhões de estrelas, compondo uma única galáxia, entre outras 200 bilhões de galáxias, num dos universos possíveis e que vai desaparecer.
Quem é você? Quem sou eu?
Quem sou para achar que o único modo de fazer as coisas é como eu faço? Quem sou eu para achar que cor de pele adequada é a que eu tenho? Quem sou para achar que o único lugar bom para nascer foi onde eu nasci? Quem sou eu para achar que o único sotaque correto é o que eu uso? Quem sou eu para achar que a única religião certa é a que eu pratico? Quem sou eu?
Quem és tu?
Somos um vice-treco do sub-troço.”
* Mário Sérgio Cortella - em 2007.
Mas tu, por que julgas teu irmão? Ou tu, também, por que desprezas teu irmão?
De maneira que cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus.
Assim que não nos julguemos mais uns aos outros; antes seja o vosso propósito não pôr tropeço ou escândalo ao irmão.
Romanos 14:10-13
terça-feira, 5 de agosto de 2014
segunda-feira, 9 de junho de 2014
1 minuto de silêncio
"Através do silêncio, nos encontramos, conectamos com a verdade que nos habita. Um minuto de silêncio é suficiente para realizar a maior revolução de consciência que podemos esperar para o ser humano no planeta. Convido você a se comprometer com um minuto de silêncio por dia (escolha o momento) para que se desligue do mundo exterior. Feche os olhos, respire suavemente e assista aquilo que se passa dentro de você". -- Prem Baba
sábado, 7 de junho de 2014
SOMENTE PARA CAMPEÕES
(por Geração de Valor)
Ande com os campeões.
Espelhe-se nos campeões.
Pense como os campeões.
Comporte-se como os campeões.
E de preferência seja um campeão.
Espelhe-se nos campeões.
Pense como os campeões.
Comporte-se como os campeões.
E de preferência seja um campeão.
Mas afinal o que é ser um campeão?
É cumprir a sua missão.
É não mudar de lado por conveniência.
É guardar a fé até o fim.
É ter raízes profundas.
É jamais desistir.
É cumprir suas metas e propósitos.
É não mudar de lado por conveniência.
É guardar a fé até o fim.
É ter raízes profundas.
É jamais desistir.
É cumprir suas metas e propósitos.
Afaste-se dos perdedores.
Aprenda com os seus erros.
Não ceda a filosofia coitadista dos perdedores.
Rejeite os seus valores.
E de preferência não seja um perdedor.
Aprenda com os seus erros.
Não ceda a filosofia coitadista dos perdedores.
Rejeite os seus valores.
E de preferência não seja um perdedor.
Mas afinal o que é ser um perdedor?
É não ter um ideal para lutar, deixando a vida levar.
É alterar o seu comportamento e valores por conveniência.
É sentir-se vítima em vez de autor de sua história.
É ter uma desculpa na ponta da língua para não cumprir seus compromissos.
É sempre desistir pelo calor das primeiras dificuldades.
É alterar o seu comportamento e valores por conveniência.
É sentir-se vítima em vez de autor de sua história.
É ter uma desculpa na ponta da língua para não cumprir seus compromissos.
É sempre desistir pelo calor das primeiras dificuldades.
Campeões puxam a responsabilidade para si. Perdedores acreditam que dependem de terceiros e têm uma frase preferida: "Não é bem assim. Na teoria, é muito fácil falar, mas na prática..."
Campeões são as melhores companhias da superação. Perdedores param porque está doendo.
Campeões sentem-se estimulados pelos abutres que tentam lhe desmotivar. Perdedores sentem-se consolados pelos abutres porque encontram argumentos compreensivos para sua fraqueza.
Campeões têm o seu foco no troféu e na recompensa. Perdedores tem o seu foco no processo, nas dificuldades e naquilo que ele não sente prazer durante sua jornada. A frase muito utilizada pelos perdedores para desistir é: "Eu preciso fazer algo que eu amo". Campeões amam a vitória, ainda que, em alguns momentos, a jornada não seja tão prazerosa quanto ele gostaria.
Campeões fazem a diferença no mundo. Perdedores fazem parte de uma grande massa de descontentes que desfrutam dos avanços promovidos pelos campeões.
Temos campeões em missões humanitárias, na área científica, no teatro, nos esportes, em assistência social e em todas os setores da sociedade. Campeões sempre são recompensados, mas não necessariamente com dinheiro a depender da missão escolhida por cada um.
Temos perdedores na política, na medicina, no mundo dos negócios, na classe operária, nas universidades. Há muitos perdedores ricos, em especial os incompetentes que desviaram dinheiro público e que por isso, engrossam as filas dos consultórios psiquiátricos para consumir drogas antidepressivas para aliviar a sua dor de consciência ao descobrir que de fato o crime não compensa.
Nossa conta bancária não é capaz de nos fazer campeões, nem os nossos bens, diplomas ou títulos. Quando cumprimos a nossa missão e estamos dispostos a dar a nossa vida por nosso ideal, frequentemente alcançamos os resultados necessários para sermos reconhecidos dentro do seleto grupo dos campeões.
Campeões sabem do seu valor e não se desencorajam quando a sociedade os vê com desprezo e como parte de uma grande massa desqualificada por não terem um sobrenome. Por outro lado, os campeões também não se iludem, mesmo depois de seu sucesso, quando essa mesma sociedade passa a lhe dar tapinhas em suas constas e a puxar o seu saco, tentando lhe convencer, dizendo: "você é o cara". Os campeões sabem exatamente quem eles são e o que sempre foram. Sabem que já eram campeões mesmo na baixa, dentro de um transporte coletivo lotado, da mesma maneira que são campeões durante a alta, dentro de um jato executivo.
O reconhecimento da sociedade não altera a identidade de um verdadeiro campeão por uma razão muito simples: Os campeões sabem que essa sociedade é hipócrita.
sexta-feira, 6 de junho de 2014
terça-feira, 3 de junho de 2014
Escaldas-pé.
Ana Maria faz escalpa-pé (Foto: Mais Você/TV Globo)
Você que está aí, jogado em um sofá ou sobre a cama, depois de quatro dias de folia, nada melhor que um escalda-pés para recuperar a energia para o ano que, finalmente, se inicia. Confira os tipos que Ana Maria e a podóloga Adriana Correia mostraram nesta quarta-feira de cinzas. Em comum entre as receitas estão os ingredientes sal grosso, que é anti-séptico e anti-oxidante, e a bacia com água quente.
Escalda-pé relaxante
No fundo da bacia, adicione bolas de gude. Elas ajudam a estimular a circulação. Além disso, pau de canela, cravo, sal grosso e galhos de arruda
No fundo da bacia, adicione bolas de gude. Elas ajudam a estimular a circulação. Além disso, pau de canela, cravo, sal grosso e galhos de arruda
Escalda-pé refrescante
Adicione na bacia com água quente pedras mais pontiagudas, laranja em rodelas, eucalipto e seis colheres de sal grosso e galhos de hortelã para massagear os pés
Adicione na bacia com água quente pedras mais pontiagudas, laranja em rodelas, eucalipto e seis colheres de sal grosso e galhos de hortelã para massagear os pés
Escalda-pé revigorante
Os grãos de feijão ajudam a massagear os pés na água quente. E neste mesmo recipiente junte o alecrim, arnica, pétalas de rosas vermelhas e sal grosso.
Os grãos de feijão ajudam a massagear os pés na água quente. E neste mesmo recipiente junte o alecrim, arnica, pétalas de rosas vermelhas e sal grosso.
Passistas (Foto: Mais Você/TV Globo)
E a repórter Geovanna Tominaga escalou três musas de escola de samba, entre elas a rainha e a musa de bateria da Grande Rio, Carla Prata e Amanda Pinheiro, respectivamente, e a musa da Beija Flor Jaqueline Faria para experimentarem as receitas da podóloga Adriana Correia, que preparou quatro escalda-pés para melhorar a circulação, relaxar, recuperar a energia dos pés e proporcionar bem estar.
"Além da massagem, evito também lixar os pés, assim ficam menos sensíveis e com menos calos", contou Carla Prata, rainha da bateria da Grande Rio.
Encontrados em feiras ou lojas de produtos, os ingredientes dos escalda-pés são simples. A base para qualquer receita será sempre a água quente e o sal grosso, e o resto são produtos para relaxar e revigorar de acordo com a necessidade de cada um. Para as receitas apresentadas pela podóloga, ela elegeu as ervas calmantes, como capim limão e camomila; canela em pau; óleo de calêndula; essência de lavanda; saquinhos em chá e as pedras negras e quartzo verde.
Encontrados em feiras ou lojas de produtos, os ingredientes dos escalda-pés são simples. A base para qualquer receita será sempre a água quente e o sal grosso, e o resto são produtos para relaxar e revigorar de acordo com a necessidade de cada um. Para as receitas apresentadas pela podóloga, ela elegeu as ervas calmantes, como capim limão e camomila; canela em pau; óleo de calêndula; essência de lavanda; saquinhos em chá e as pedras negras e quartzo verde.
sábado, 31 de maio de 2014
quinta-feira, 15 de maio de 2014
sábado, 10 de maio de 2014
terça-feira, 22 de abril de 2014
COMO SE LIVRAR DA ANSIEDADE
1- Respire fundo, lenta e compassadamente pelo maior tempo que você for capaz, pois isto ajuda a desacelerar fisiologicamente o cérebro e por conseqüência a mente.
2- Entenda que quando um problema novo se configura a sua frente, a solução não esta na sua mente, não esta no seu pensamento, e sim no fato em si. Quando for possível olhe para o novo, procure entende-lo, aumente as suas informações e o seu conhecimento sobre ele. Não busque referencias anteriores, pois isto aumentara a sua ansiedade. Se não for possível olhar para o problema (como no exemplo da entrevista) procure não pensar nele, tente distrair a sua mente com outra coisa, brigue com ela para não pensar na entrevista e em suas conseqüências.
3- Aceite a falta de controle, abra mão da prepotência da sua mente e entenda que não somos deuses superpoderosos que tudo podemos controlar. Uma parte de nossa vida tem que entregar a Deus, ao destino a sorte e... Seja o que Deus quiser...
4- Problemas e novidades se resolvem com ação e não com pensamento, é preciso fazer o melhor que esta a nosso alcance, focado, ligado no real. O que esta além do nosso melhor esforço não podemos controlar.
5- Aceitar a possibilidade de perder, não querer ganhar a qualquer custo, pois isto acelera a mente e aumenta e muito a chance de derrota.
6- Aceite conviver com a insegurança quando ela surgir a sua frente, não queira se livrar dela, não tenha pressa. Quanto mais você aceitar conviver com a insegurança, mais calmamente ela ira embora e mais a sua mente e acalmara. Quanto mais você tentar se livrar dela, mais ela se tornara ansiedade.
7- Não se deixar enganar pela mente. Quando ela ficar buzinando internamente que o pior vai acontecer, usar a palavra mágica: " Seja o que Deus quiser...".
Resumindo, mente acelerada é mente desequilibrada, para livrar-nos da ansiedade devemos aprender a escapar e do domínio e desacelerar a nossa mente.
Não tenha medo. Tenha sonhos e coragem para realiza-los.
terça-feira, 15 de abril de 2014
segunda-feira, 14 de abril de 2014
domingo, 2 de março de 2014
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
Respiração para silenciar a mente.
Por JAYADVAITA DAS
PASSO-A-PASSO DE MEDITAÇÃO
Procure acalmar a mente antes da Meditação. Não deixe seus pensamentos serem perturbados por algum problema externo. Deixe tudo para ser resolvido após a sua prática, não queira resolver as questões da vida enquanto medita. Procure permanecer consciente de seus pensamentos e imagens mentais, sem deixar que elas perturbem sua concentração. Tente se situar além dos pensamentos e ideias, além do que você está consciente (ao seu redor) e do que surge espontaneamente de seu inconsciente. Além destes detalhes importantes para o estado mental adequado à prática da Meditação, é importante também:
- 1Relaxar seu corpo, sentando-se numa postura confortável, mesmo que seja num sofá - o local deve ser tranquilo e com o mínimo de barulho e interferência externa.
- 2Procure respirar sem pressa ou ansiedade - lembre-se de deixar tudo para depois e aproveitar o momento da meditação como uma hora completamente sua, para você entrar em contato com seu interior, com o divino.
- 3Não lute com o turbilhão de pensamentos que surgem incessantemente dentro de você. Veja que eles fazem parte do que você está vivendo e sendo neste momento.
- 4Tente observar a qualidade de seus pensamentos e o que eles estão promovendo em seus sentimentos e emoções, sem se perturbar.
Algumas dicas poderão auxiliar sua prática diária. Elas serão importantes para que você possa sentir um efeito mais rápido e intenso com sua prática de Meditação. Primeiramente, desenvolva uma prática de diálogo interior, cultive uma observação da mente em estado ativo, isto é, esteja sempre observando seus pensamentos e ações internas. Mantenha uma disciplina de horário e local, pois isso ajuda na concentração mental. Trabalhe sua postura para que ela seja firme e confortável e, assim, a mente se estabilizará com mais rapidez. Esteja relaxado, sem criar tensões. Aperfeiçoe a prática respiratória para que ela seja natural enquanto medita.
MEDITAÇÃO GUIADA PELA RESPIRAÇÃO CONSCIENTE
A respiração é um elemento que está sempre presente em todas as nossas atividades. Respirar é algo natural e essencial na vida. Confira abaixo como usar a respiração como veículo de concentração, para trazer resultados em pouco tempo para sua vida.
- 1Encontre um local tranquilo, silencioso e limpo.
- 2Sente-se confortavelmente, feche os olhos e relaxe.
- 3Ouça todos os sons e realidade que possam ser percebidos neste momento.
- 4Comece por observar sua respiração - como está seu ritmo, sua intensidade e volume.
- 5Passe a respirar com suavidade, leveza e lentidão.
- 6Concentre-se em cada detalhe de sua respiração, desde a temperatura até os aromas que estão presentes em cada movimento de inalação e exalação
- 7Sinta-se como se existisse apenas você e sua respiração, nada mais (nenhum pensamento importante, nenhum compromisso imediato, nenhuma preocupação real).
- 8Procure fluir neste movimento respiratório como se não houvesse limites entre você e sua respiração, como se o tempo estivesse sendo conduzido pela sua respiração.
- 9Procure perceber o seu centro (o sujeito que está presente na respiração) enquanto os pensamentos fluem (sem se identificar com eles).
- 10Esteja como à beira de um rio e apenas contemple este rio (sua mente e seus pensamentos), não deixe o rio arrastar sua atenção, mas fixe a atenção num único ponto dentro da correnteza do rio.
- 11Não perca o foco respiratório - sinta este rio como sendo o fluxo de sua respiração que flui nas águas de sua mente.
- 12Sinta toda sua intensidade presente neste momento de concentração respiratória.
- 13Não queira estar em outro lugar ou outra situação que sua mente resolver propor - esteja presente na respiração, apenas.
- 14Quando se sentir completamente concentrado e presente no ato da respiração, sem qualquer interferência externa ou mental, mergulhe na experiência de simplesmente estar ali - sem julgamentos, comparações ou conceitos.
- 15Quando sentir uma inabalável paz interior, terá alcançado a consciência meditativa. Procure repetir a prática diariamente, sem tentar repetir a experiência, pois ela será sempre única e você poderá estar sempre se descobrindo.
Ao final, agradeça em silêncio à vida e a você mesmo pela prática e pela experiência. Tente praticar esta técnica de 10 a 15 minutos diariamente. Depois de um mês, tente aumentar a duração por até 30 minutos. Não tente repetir a experiência anterior de sua prática, pois isto poderá causar uma expectativa que dificultará novas experiências com a Meditação. Esteja sempre aberto e receptivo a tudo que o seu momento de Meditação proporcionará a você. Seja sempre feliz e grato a tudo o que vier.
domingo, 23 de fevereiro de 2014
Tributo ao Tempo
Dizem que a vida é curta, mas não é verdade.
A vida é longa... para quem consegue viver pequenas felicidades.
E essa tal felicidade anda por aí, disfarçada, como uma criança
tranqüila brincando de esconde-esconde.
Infelizmente às vezes não percebemos isso e passamos nossa existência
colecionando ‘NÃO’:
a viagem que não fizemos,
o presente que não demos,
a festa que não fomos,
o amor que não vivemos,
o perfume que não sentimos.
A vida é mais emocionante quando se é ator e não expectador,
quando se é piloto e não passageiro,
pássaro e não paisagem,
cavaleiro e não montaria.
E como ela é feita de instantes,
não pode nem deve ser medida em anos ou meses,
mas em minutos e segundos.
Esta mensagem é um tributo ao tempo.
Tanto aquele tempo que você soube aproveitar no passado quanto aquele
tempo que você não vai desperdiçar no futuro.
Porque a vida é agora.
Não tenha medo do futuro,
apenas lute e se esforce ao máximo para que ele seja do jeito que você
sempre desejou.
A morte não é a maior perda da vida.
A maior perda da vida é o que morre dentro de nós enquanto vivemos.
Dalai Lama
A vida é longa... para quem consegue viver pequenas felicidades.
E essa tal felicidade anda por aí, disfarçada, como uma criança
tranqüila brincando de esconde-esconde.
Infelizmente às vezes não percebemos isso e passamos nossa existência
colecionando ‘NÃO’:
a viagem que não fizemos,
o presente que não demos,
a festa que não fomos,
o amor que não vivemos,
o perfume que não sentimos.
A vida é mais emocionante quando se é ator e não expectador,
quando se é piloto e não passageiro,
pássaro e não paisagem,
cavaleiro e não montaria.
E como ela é feita de instantes,
não pode nem deve ser medida em anos ou meses,
mas em minutos e segundos.
Esta mensagem é um tributo ao tempo.
Tanto aquele tempo que você soube aproveitar no passado quanto aquele
tempo que você não vai desperdiçar no futuro.
Porque a vida é agora.
Não tenha medo do futuro,
apenas lute e se esforce ao máximo para que ele seja do jeito que você
sempre desejou.
A morte não é a maior perda da vida.
A maior perda da vida é o que morre dentro de nós enquanto vivemos.
Dalai Lama
domingo, 2 de fevereiro de 2014
Dica | Yoga para iniciantes – prática matinal em 7 passos
A proposta deste texto é mostrar que é possível trazer o yoga para o seu dia a dia de forma simples, segura e eficiente. Esta sequência é excelente para iniciantes, mas também é muito útil para praticantes mais experientes que não conseguem dispor de tempo suficiente para uma pratica mais elaborada ao acordar. Além disso, ela é indicada para aliviar e prevenir dores nas costas.
Reserve apenas 20 minutos e experimente! E depois gostaria de contar com o seu relato: Foi fácil de entender as instruções? Como foi começar o dia dessa forma?
Boa prática,
Gilberto
Gilberto
1 – Gratidão. Independente da sua visão de mundo, ao acordar, evoque em você uma gratidão por estar vivo, por respirar, pelas suas capacidades, por seus conhecimentos, pelas coisas de que dispõe.
2 – Hidroterapia. Beba um copo de água ainda em jejum e tome um banho. A higiene tem papel fundamental no yoga, tanto externa quanto internamente.
3 – Conexão harmoniosa entre mente e corpo. Em uma superfície plana, se não tiver o clássico tapetinho de borracha use uma canga de praia, se o chão estiver frio, além da canga use também uma toalha seca para conter a friagem. Na cama não adianta! Sente-se de forma confortável, de preferência com as pernas cruzadas e ajeite sua postura. Então para estabelecer uma boa conexão entre mente e corpo, na inspiração eleve os braços como se estivesse se espreguiçando e na expiração desça os braços lateralmente até a altura dos ombros. Volte com os braços para cima enquanto enche os pulmões e desça os braços lateralmente enquanto esvazia. Siga entre essas duas posições permitindo que a respiração conduza todo o movimento dos braços. Faça 12 respirações associadas a esse movimento.
4 – Tração da coluna vertebral. Em seguida, deite-se em decúbito dorsal (com as costas no chão) procurando alinhar pelve, coluna e cabeça. Flexionando os joelhos, segure eles conforme a imagem. Não force, apenas deixe os braços pesarem e relaxe os ombros. Permaneça nessa posição por 21 respirações.Neste asana promovemos uma suave tração na coluna vertebral, liberando espaço entre as vértebras e, descomprimindo os discos de modo a permitir sua hidratação, o que é fundamental para manter a vitalidade de suas células e para que eles cumpram seu papel de amortecimento ao longo do dia. Recomendo que faça esse ásana também no final do dia.
5 – Abertura do peito e alinhamento da coluna. Partindo da posição anterior, com os joelhos flexionados, coloque os pés no chão próximos ao corpo, observando a largura do quadril e deixando-os paralelos um em relação ao outro. Coloque os braços esticados ao lado do corpo de maneira que você consiga tocar seus calcanhares. Gire a palma das mãos para cima, deixando os braços e o dorso das mãos apoiadas no chão (ajuste das mãos diferente da imagem). Inspirando, eleve o quadril, empurrando o chão com os pés. Permaneça com o quadril elevado por 12 respirações. Quem tem hipertireoidismo não vai permanecer na posição final, irá elevar o quadril na inspiração e na expiração retornará com a coluna ao chão, vértebra por vértebra. Caso tenha algum problema sério na coluna cervical não faça esta posição sozinho.
6 – Respiração abdominal para os que já acordam em 220v e Kapalabhati para os que acordam com sonolência.
7 – Exercício para desenvolver a capacidade de
se concentrar.Volte para a posição inicial. Sentado com a coluna reta para facilitar o fluxo respiratório, relaxe as partes do corpo que não atuam para manter a postura em que você se encontra. Feche os olhos e fique consciente do fluxo natural da respiração (apesar de não controlar, você sabe quando está inspirando e sabe quando está expirando… não perca nenhuma respiração). Contemple o ar passando pelas narinas. Caso sua atenção se disperse, pacientemente traga-a de volta para a respiração. Finalize assumindo o controle da respiração, inspirando profundamente. Devagar, movimente os dedos das mãos e por fim se espreguice. De acordo com sua rotina, você pode reservar de 3 a 10 minutos do seu dia para esse trabalho meditativo que pode ser feito também independente do resto da prática aqui sugerida.
se concentrar.Volte para a posição inicial. Sentado com a coluna reta para facilitar o fluxo respiratório, relaxe as partes do corpo que não atuam para manter a postura em que você se encontra. Feche os olhos e fique consciente do fluxo natural da respiração (apesar de não controlar, você sabe quando está inspirando e sabe quando está expirando… não perca nenhuma respiração). Contemple o ar passando pelas narinas. Caso sua atenção se disperse, pacientemente traga-a de volta para a respiração. Finalize assumindo o controle da respiração, inspirando profundamente. Devagar, movimente os dedos das mãos e por fim se espreguice. De acordo com sua rotina, você pode reservar de 3 a 10 minutos do seu dia para esse trabalho meditativo que pode ser feito também independente do resto da prática aqui sugerida.
http://yogaemcasa.net/
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
O HOMEM QUE NÃO ACREDITAVA NO AMOR.
Era uma vez um homem que não acreditava no amor. Ele era uma pessoa comum, como você e eu, mas seu modo de pensar tornava-o diferente. O homem achava que o amor não existia. Claro, ele teve muitas experiências, tentando encontrar o amor, observou bastante as pessoas que o cercavam. Passou a maior parte da vida procurando o amor, apenas para descobrir que era algo que não existia.
Aonde quer que esse homem fosse, dizia às pessoas que o amor não passava de uma invenção dos poetas, uma mentira que os religiosos contavam para manipular a mente fraca dos humanos, forçando-os a acreditar, para controlá-los. Dizia que o amor não é real, que nenhum ser humano poderia encontrá-lo, mesmo que passasse a vida procurando-o.
Esse homem era extremamente inteligente e muito convincente. Lia muitos livros, frequentara as melhores universidades, era um erudito respeitado. Podia falar em público, diante de qualquer tipo de plateia, sempre com lógica irrefutável. Dizia que o amor é uma espécie de droga, que provoca euforia e cria forte dependência. Que uma pessoa pode viciar-se em amor e começar a necessitar de doses diárias, como os dependentes de qualquer outra droga.
Costumava afirmar que o relacionamento dos amantes é igual ao relacionamento entre um viciado e a pessoa que lhe fornece a droga. O que tem mais necessidade de amor é o viciado, o que tem menos, é o fornecedor.
Aquele, entre os dois, que tem menos necessidade, é o que controla todo o relacionamento. Dizia que é possível ver isso com clareza porque, num relacionamento, quase sempre há um que ama sem reservas, e outro que não ama, que apenas tira vantagem daquele que lhe entrega seu coração. Que é possível ver, pelo modo como os dois se manipulam, como agem e reagem, que são iguais ao fornecedor de uma droga e o viciado.
O viciado, aquele que tem mais necessidade, vive com medo de não conseguir receber a próxima dose de amor, ou seja, da droga. E pensa: “O que vou fazer, se ele (ela) me deixar?” O medo torna o viciado extremamente possessivo. “Ele é meu!” O medo de não receber a próxima dose torna-o ciumento e exigente. O fornecedor pode controlar e manipular aquele que necessita da droga, dando-lhe mais doses, menos doses, ou nenhuma dose.
O que necessita da droga submete-se completamente e faz tudo o que pode para não ser abandonado.
O homem ainda dizia muito mais, quando explicava por que achava que o amor não existia. Declarava que aquilo que os humanos chamam de amor é apenas um relacionamento de medo baseado no controle. “Onde está o respeito? Onde está o amor que afirmam sentir? Não há amor. Dois jovens, diante de um representante de Deus, diante de suas famílias e de seus amigos, fazem uma porção de promessas um ao outro: que vão viver juntos para sempre, que vão amar-se e respeitar-se mutuamente, que estarão um ao lado do outro nos bons e nos maus momentos, que vão se amar e se honrar. Promessas e mais promessas. O mais espantoso é que eles realmente acreditam que vão cumpri-las. Mas, após o casamento — uma semana, um mês, alguns meses depois — fica claro que nenhuma das promessas foi cumprida.
O que se vê é uma guerra pelo comando, para ver quem manipula quem. Quem será o fornecedor, e quem será o viciado? Alguns meses depois, o respeito que prometeram ter um pelo outro desapareceu. Surgiu o ressentimento, o veneno emocional, e ambos ferem-se reciprocamente, pouco a pouco, cada vez mais, até que eles não sabem mais quando o amor acabou. Permanecem juntos porque têm medo de ficar sozinhos, medo da opinião e do julgamento dos outros, medo de sua própria opinião e de seu próprio julgamento. Mas, onde está o amor?”
O homem costumava dizer que via muitos velhos casais, unidos havia trinta, quarenta, cinquenta anos, que tinham orgulho de estar juntos durante tanto tempo. Mas, quando falavam a respeito de seu relacionamento, diziam: “Sobrevivemos ao matrimônio”. Isso significa que um deles submeteu-se ao outro. A certa altura, ela (ou ele) desistiu e decidiu suportar o sofrimento. O que teve vontade mais forte e menos necessidade, venceu a guerra.
Mas onde está aquela chama a que deram o nome de amor? Um trata o outro como se fosse propriedade sua. “Ela é minha”, “Ele é meu”.
O homem mostrava mais e mais razões que o haviam levado a acreditar que o amor não existe. Dizia: “Eu já passei por tudo isso. Nunca mais permitirei que outra pessoa manipule minha mente e controle minha vida em nome do amor”. Seus argumentos eram bastante lógicos, e com suas palavras ele convenceu muitas pessoas. “O amor não existe.”
Então, um dia, esse homem andava por um parque, quando viu uma linda mulher chorando, sentada num banco. Ficou curioso, querendo saber por que motivo ela chorava. Sentando-se a seu lado, perguntou-lhe por que ela estava chorando e se podia ajudá-la. Imaginem qual foi a surpresa dele, quando a mulher respondeu que chorava porque o amor não existia,
— Mas isso é espantoso! — o homem exclamou. — Uma mulher que não acredita no amor? E, claro, quis descobrir mais coisas a respeito dela.
— Por que acha que o amor não existe? — indagou.
— E uma longa história — ela respondeu. — Casei-me muito jovem, cheia de amor, cheia de ilusões, com a esperança de passar minha vida inteira com aquele homem. Juramos lealdade um ao outro, juramos que nos respeitaríamos, que honraríamos nossa união e que formaríamos uma família. Mas logo tudo mudou. Eu era uma esposa dedicada, que cuidava da casa e dos filhos. Meu marido continuou a progredir em sua carreira. Seu sucesso e a imagem que mostrava fora de casa eram, para ele, mais importantes do que a família. Perdemos o respeito um pelo outro. Nós nos feríamos mutuamente, e um dia descobri que não o amava e que ele também não me amava. Mas as crianças precisavam de um pai, e essa foi minha desculpa para ficar e fazer tudo o que pudesse para dar apoio a ele. Agora, meus filhos cresceram e saíram de casa. Não tenho mais nenhuma desculpa para ficar com ele. Não existe respeito nem gentileza em nosso relacionamento. Sei que, mesmo que eu encontre outra pessoa, vai ser tudo igual, porque o amor não existe. Não faz sentido, procurar por algo que não existe. É por isso que estou chorando.
Compreendendo-a muito bem, o homem abraçou-a e disse:
— Tem razão, o amor não existe. Procuramos por ele, abrimos o coração e nos tornamos fracos, para no fim encontrarmos apenas egoísmo. Isso nos fere, mesmo que achemos que não vamos ser feridos. Não importa o número de relacionamentos que possamos ter, a mesma coisa sempre acontece. Por que ainda continuamos a procurar o amor?
Os dois eram tão parecidos, que se tornaram grandes amigos. Tinham um relacionamento maravilhoso. Respeitavam-se, um nunca humilhava o outro. Ficavam mais felizes a cada passo que davam juntos. Entre eles não havia ciúme nem inveja, nenhum dos dois queria assumir o comando, nem era possessivo. O relacionamento continuou a crescer. Eles adoravam estar juntos, porque sempre divertiam-se muito. Quando estavam separados, um sentia a falta do outro.
Um dia, o homem encontrava-se fora da cidade, quando teve a mais esquisita das ideias.
“Hum, talvez o que eu sinta por ela seja amor. Mas isto é muito diferente de qualquer outra coisa que já senti. Não é o que os poetas dizem, assim como não é o que os religiosos pregam, porque não sou responsável por ela. Não tiro nada dela, não sinto necessidade de que ela cuide de mim, não preciso culpá-la por minhas dificuldades, nem contar-lhe meus dramas. O tempo que passamos juntos é maravilhoso, gostamos um do outro. Respeito o que ela pensa, o que sente. Ela não me envergonha, não me aborrece. Não sinto ciúme, quando ela está com outras pessoas, não tenho inveja, quando a vejo ter sucesso em alguma coisa. Talvez o amor exista, mas não seja aquilo que todo mundo pensa que é.”
O homem mal pôde esperar pelo momento de voltar para sua cidade e conversar com a mulher para expor-lhe a ideia esquisita que tivera. Assim que ele começou a falar, ela disse:
— Sei exatamente do que é que você está falando. Tive a mesma ideia, bastante tempo atrás, mas não quis lhe contar, porque sei que você não acredita no amor. Talvez o amor exista, mas não seja aquilo que pensamos que é.
Decidiram tornar-se amantes e morar juntos e, de maneira admirável, as coisas não mudaram. Os dois continuaram a respeitar-se, a dar apoio um ao outro, e o amor continuou a crescer. Até as coisas mais simples faziam seus corações cantar, cheios de amor, por causa da grande felicidade em que eles viviam.
O coração do homem estava tão repleto de amor que, uma noite, um grande milagre aconteceu. Ele olhava as estrelas e encontrou uma que era a mais bela de todas.
Seu amor era tão imenso, que a estrela começou a descer do céu e logo estava aninhada nas mãos dele. Então, um outro milagre aconteceu, e a alma do homem uniu-se à estrela. Ele estava imensamente feliz e foi procurar a mulher o mais depressa possível para depositar a estrela nas mãos dela, provando seu amor. Assim que recebeu a estrela nas mãos, a mulher experimentou um momento de dúvida. Aquele amor era grande demais, avassalador.
Naquele instante, a estrela caiu das mãos dela e estilhaçou-se em um milhão de pedacinhos. Agora, um velho anda pelo mundo, jurando que o amor não existe. E uma velha bonita permanece em casa, esperando por ele, derramando lágrimas pelo paraíso que um dia teve nas mãos e perdeu por causa de um momento de dúvida.
Essa é a história do homem que não acreditava no amor. Quem foi que errou? Você gostaria de descobrir qual foi a falha? O erro foi do homem, que pensou que poderia passar sua felicidade para a mulher. A estrela era sua felicidade, e ele errou, quando a colocou nas mãos dela.
A felicidade nunca vem de fora de nós. O homem era feliz por causa do amor que saía dele, e a mulher era feliz por causa do amor que saía dela. Mas, no momento em que ele a tornou responsável por sua felicidade, ela deixou cair a estrela, quebrando-a, porque não podia responsabilizar-se pela felicidade dele.
Por mais que a mulher o amasse, jamais poderia fazê-lo feliz, porque nunca saberia o que se passava na mente dele. Nunca saberia quais eram as expectativas do homem, porque não poderia conhecer os sonhos dele.
Se você pegar sua felicidade e colocá-la nas mãos de outra pessoa, mais cedo ou mais tarde a verá estilhaçada.
Don Miguel Ruiz
Don Miguel Ruiz
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