sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

O HOMEM QUE NÃO ACREDITAVA NO AMOR.

Era uma vez um homem que não acreditava no amor. Ele era uma pessoa comum, como você e eu, mas seu modo de pensar tornava-o diferente. O homem achava que o amor não existia. Claro, ele teve muitas experiências, tentando encontrar o amor, observou bastante as pessoas que o cercavam. Passou a maior parte da vida procurando o amor, apenas para descobrir que era algo que não existia.
Aonde quer que esse homem fosse, dizia às pessoas que o amor não passava de uma invenção dos poetas, uma mentira que os religiosos contavam para manipular a mente fraca dos humanos, forçando-os a acreditar, para controlá-los. Dizia que o amor não é real, que nenhum ser humano poderia encontrá-lo, mesmo que passasse a vida procurando-o.
Esse homem era extremamente inteligente e muito convincente. Lia muitos livros, frequentara as melhores universidades, era um erudito respeitado. Podia falar em público, diante de qualquer tipo de plateia, sempre com lógica irrefutável. Dizia que o amor é uma espécie de droga, que provoca euforia e cria forte dependência. Que uma pessoa pode viciar-se em amor e começar a necessitar de doses diárias, como os dependentes de qualquer outra droga.
Costumava afirmar que o relacionamento dos amantes é igual ao relacionamento entre um viciado e a pessoa que lhe fornece a droga. O que tem mais necessidade de amor é o viciado, o que tem menos, é o fornecedor.
Aquele, entre os dois, que tem menos necessidade, é o que controla todo o relacionamento. Dizia que é possível ver isso com clareza porque, num relacionamento, quase sempre há um que ama sem reservas, e outro que não ama, que apenas tira vantagem daquele que lhe entrega seu coração. Que é possível ver, pelo modo como os dois se manipulam, como agem e reagem, que são iguais ao fornecedor de uma droga e o viciado.
O viciado, aquele que tem mais necessidade, vive com medo de não conseguir receber a próxima dose de amor, ou seja, da droga. E pensa: “O que vou fazer, se ele (ela) me deixar?” O medo torna o viciado extremamente possessivo. “Ele é meu!” O medo de não receber a próxima dose torna-o ciumento e exigente. O fornecedor pode controlar e manipular aquele que necessita da droga, dando-lhe mais doses, menos doses, ou nenhuma dose.
O que necessita da droga submete-se completamente e faz tudo o que pode para não ser abandonado.
O homem ainda dizia muito mais, quando explicava por que achava que o amor não existia. Declarava que aquilo que os humanos chamam de amor é apenas um relacionamento de medo baseado no controle. “Onde está o respeito? Onde está o amor que afirmam sentir? Não há amor. Dois jovens, diante de um representante de Deus, diante de suas famílias e de seus amigos, fazem uma porção de promessas um ao outro: que vão viver juntos para sempre, que vão amar-se e respeitar-se mutuamente, que estarão um ao lado do outro nos bons e nos maus momentos, que vão se amar e se honrar. Promessas e mais promessas. O mais espantoso é que eles realmente acreditam que vão cumpri-las. Mas, após o casamento — uma semana, um mês, alguns meses depois — fica claro que nenhuma das promessas foi cumprida.
O que se vê é uma guerra pelo comando, para ver quem manipula quem. Quem será o fornecedor, e quem será o viciado? Alguns meses depois, o respeito que prometeram ter um pelo outro desapareceu. Surgiu o ressentimento, o veneno emocional, e ambos ferem-se reciprocamente, pouco a pouco, cada vez mais, até que eles não sabem mais quando o amor acabou. Permanecem juntos porque têm medo de ficar sozinhos, medo da opinião e do julgamento dos outros, medo de sua própria opinião e de seu próprio julgamento. Mas, onde está o amor?”
O homem costumava dizer que via muitos velhos casais, unidos havia trinta, quarenta, cinquenta anos, que tinham orgulho de estar juntos durante tanto tempo. Mas, quando falavam a respeito de seu relacionamento, diziam: “Sobrevivemos ao matrimônio”. Isso significa que um deles submeteu-se ao outro. A certa altura, ela (ou ele) desistiu e decidiu suportar o sofrimento. O que teve vontade mais forte e menos necessidade, venceu a guerra.
Mas onde está aquela chama a que deram o nome de amor? Um trata o outro como se fosse propriedade sua. “Ela é minha”, “Ele é meu”.
O homem mostrava mais e mais razões que o haviam levado a acreditar que o amor não existe. Dizia: “Eu já passei por tudo isso. Nunca mais permitirei que outra pessoa manipule minha mente e controle minha vida em nome do amor”. Seus argumentos eram bastante lógicos, e com suas palavras ele convenceu muitas pessoas. “O amor não existe.”
Então, um dia, esse homem andava por um parque, quando viu uma linda mulher chorando, sentada num banco. Ficou curioso, querendo saber por que motivo ela chorava. Sentando-se a seu lado, perguntou-lhe por que ela estava chorando e se podia ajudá-la. Imaginem qual foi a surpresa dele, quando a mulher respondeu que chorava porque o amor não existia,
— Mas isso é espantoso! — o homem exclamou. — Uma mulher que não acredita no amor? E, claro, quis descobrir mais coisas a respeito dela.
— Por que acha que o amor não existe? — indagou.
— E uma longa história — ela respondeu. — Casei-me muito jovem, cheia de amor, cheia de ilusões, com a esperança de passar minha vida inteira com aquele homem. Juramos lealdade um ao outro, juramos que nos respeitaríamos, que honraríamos nossa união e que formaríamos uma família. Mas logo tudo mudou. Eu era uma esposa dedicada, que cuidava da casa e dos filhos. Meu marido continuou a progredir em sua carreira. Seu sucesso e a imagem que mostrava fora de casa eram, para ele, mais importantes do que a família. Perdemos o respeito um pelo outro. Nós nos feríamos mutuamente, e um dia descobri que não o amava e que ele também não me amava. Mas as crianças precisavam de um pai, e essa foi minha desculpa para ficar e fazer tudo o que pudesse para dar apoio a ele. Agora, meus filhos cresceram e saíram de casa. Não tenho mais nenhuma desculpa para ficar com ele. Não existe respeito nem gentileza em nosso relacionamento. Sei que, mesmo que eu encontre outra pessoa, vai ser tudo igual, porque o amor não existe. Não faz sentido, procurar por algo que não existe. É por isso que estou chorando.
Compreendendo-a muito bem, o homem abraçou-a e disse:
— Tem razão, o amor não existe. Procuramos por ele, abrimos o coração e nos tornamos fracos, para no fim encontrarmos apenas egoísmo. Isso nos fere, mesmo que achemos que não vamos ser feridos. Não importa o número de relacionamentos que possamos ter, a mesma coisa sempre acontece. Por que ainda continuamos a procurar o amor?
Os dois eram tão parecidos, que se tornaram grandes amigos. Tinham um relacionamento maravilhoso. Respeitavam-se, um nunca humilhava o outro. Ficavam mais felizes a cada passo que davam juntos. Entre eles não havia ciúme nem inveja, nenhum dos dois queria assumir o comando, nem era possessivo. O relacionamento continuou a crescer. Eles adoravam estar juntos, porque sempre divertiam-se muito. Quando estavam separados, um sentia a falta do outro.
Um dia, o homem encontrava-se fora da cidade, quando teve a mais esquisita das ideias.
frases_muito_amor“Hum, talvez o que eu sinta por ela seja amor. Mas isto é muito diferente de qualquer outra coisa que já senti. Não é o que os poetas dizem, assim como não é o que os religiosos pregam, porque não sou responsável por ela. Não tiro nada dela, não sinto necessidade de que ela cuide de mim, não preciso culpá-la por minhas dificuldades, nem contar-lhe meus dramas. O tempo que passamos juntos é maravilhoso, gostamos um do outro. Respeito o que ela pensa, o que sente. Ela não me envergonha, não me aborrece. Não sinto ciúme, quando ela está com outras pessoas, não tenho inveja, quando a vejo ter sucesso em alguma coisa. Talvez o amor exista, mas não seja aquilo que todo mundo pensa que é.”
O homem mal pôde esperar pelo momento de voltar para sua cidade e conversar com a mulher para expor-lhe a ideia esquisita que tivera. Assim que ele começou a falar, ela disse:
— Sei exatamente do que é que você está falando. Tive a mesma ideia, bastante tempo atrás, mas não quis lhe contar, porque sei que você não acredita no amor. Talvez o amor exista, mas não seja aquilo que pensamos que é.
Decidiram tornar-se amantes e morar juntos e, de maneira admirável, as coisas não mudaram. Os dois continuaram a respeitar-se, a dar apoio um ao outro, e o amor continuou a crescer. Até as coisas mais simples faziam seus corações cantar, cheios de amor, por causa da grande felicidade em que eles viviam.
O coração do homem estava tão repleto de amor que, uma noite, um grande milagre aconteceu. Ele olhava as estrelas e encontrou uma que era a mais bela de todas.
Seu amor era tão imenso, que a estrela começou a descer do céu e logo estava aninhada nas mãos dele. Então, um outro milagre aconteceu, e a alma do homem uniu-se à estrela. Ele estava imensamente feliz e foi procurar a mulher o mais depressa possível para depositar a estrela nas mãos dela, provando seu amor. Assim que recebeu a estrela nas mãos, a mulher experimentou um momento de dúvida. Aquele amor era grande demais, avassalador.
Naquele instante, a estrela caiu das mãos dela e estilhaçou-se em um milhão de pedacinhos. Agora, um velho anda pelo mundo, jurando que o amor não existe. E uma velha bonita permanece em casa, esperando por ele, derramando lágrimas pelo paraíso que um dia teve nas mãos e perdeu por causa de um momento de dúvida.
Essa é a história do homem que não acreditava no amor. Quem foi que errou? Você gostaria de descobrir qual foi a falha? O erro foi do homem, que pensou que poderia passar sua felicidade para a mulher. A estrela era sua felicidade, e ele errou, quando a colocou nas mãos dela.
A felicidade nunca vem de fora de nós. O homem era feliz por causa do amor que saía dele, e a mulher era feliz por causa do amor que saía dela. Mas, no momento em que ele a tornou responsável por sua felicidade, ela deixou cair a estrela, quebrando-a, porque não podia responsabilizar-se pela felicidade dele.
Por mais que a mulher o amasse, jamais poderia fazê-lo feliz, porque nunca saberia o que se passava na mente dele. Nunca saberia quais eram as expectativas do homem, porque não poderia conhecer os sonhos dele.
Se você pegar sua felicidade e colocá-la nas mãos de outra pessoa, mais cedo ou mais tarde a verá estilhaçada.

Don Miguel Ruiz

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Sopão da Ana Maria Braga

Receita de Sopão da Ana Braga (Emagreça 4 Quilos em 1 Semana)

(Emagreça ate Quatro Quilos em 1 Semana)
Ana Maria ensina o sopão que garante quilos a menos em poucos dias. Ver vídeo em baixo.
Ingredientes para 1 semana:
  • 1 Beringela média cortada em cubos
  • 1 Nabo médio cortado em cubos
  • 2 Maços de Cebolo picados
  • 2 Latas de Puré de Tomates (680 g)
  • 1 Maço de Aipo picado
  • 1 Repolho grande fatiado
  • 1 Pacote de Sopa de Cebola (70 g)
  • 1 Cebola média picada
  • 3 Cenouras médias cortada
  • 2 Chávenas de Feijão Verde picada
  • Sal, Caril, Salsa picada e Pimenta a gosto
  • 4 Litros de água
Preparação:

1. Numa panela grande coloque 1 beringela média cortada em cubos, 1 nabo médio cortado em cubos, 2 maços de cebolo picados,2 latas de purê de tomates (680 g), 1 maço de aipo picado, 1 repolho grande fatiado, 1 pacote de sopa de cebola (70 g), 1 cebola média picada, 3 cenouras médias cortada, 2 Chávenas de Feijão Verde picado e tempere com sal, caril, salsa picada e pimenta a gosto. 

2. Cubra com 4 litros de água e coloque no fogo. 
Ferva rapidamente por 10 minutos, abaixe o lume e mantenha o ponto de fervura por +/40 minutos.

Ver Vídeo passo a passo Aqui: 

Alimentação dos 7 dias para perder 5kg indicado pela Ana Maria:
Primeiro dia 
Comer a sopa + todas as frutas que você quiser, na quantidade que quiser comer excepto banana + Chá, café sem açúcar e água a vontade.

Segundo dia 
Comer a sopa + todos os legumes que você quiser. 
Não consumir neste dia feijão, grão de bico, ervilha, milho etc... No jantar pode comer uma batata grande cozida com manteiga.

Terceiro dia 
Comer a sopa + Frutas e legumes a vontade.

Quarto dia 
Comer a sopa + banana + leite mago. Neste quarto dia pode comer até 8 bananas e quantos copos de leite magro se que você quiser.

Quinto dia 
Comer sopa + bife + tomates . Não deixar passar de 400g de bife e beber de 6 a 8 copos de água e coma a sopa apenas uma vez no dia.

Sexto dia 
Comer a sopa + bifes + legumes. Comer até 3 bifes médios e comer a sopa apenas uma vez.

Sétimo dia 
Comer a sopa + arroz integral + sumo de frutas e comer a sopa apenas uma vez no dia.

Notas:
 Nada de por azeite nas batatas, tomates saladas etc. 
Os bifes só grelhados com uma pitada de sal. Os sumos tem ser frescos sem açúcar, nada em pacotes ou gasosas. So mesmo o básico e beba muita agua.

Bom Apetite!

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Não existe dinheiro fácil.

O honesto parece bobo no curto prazo, mas a longo prazo, ele acaba sendo o verdadeiro esperto. 

O malandro, com os seus esquemas, parece esperto no curto prazo, mas a longo prazo, percebe-se que ele é um grande otário.

Não tem jeito. A vida é implacável!

Tem ambições? Você é capaz de conquistá-las uma por uma. Não entre em canoas furadas e nem em esquemas mirabolantes. Atalhos não existem.

N Ã O E X I S T E D I N H E I R O F Á C I L.

Diferentemente do que muitos pensam, nem o dinheiro que um jogador de futebol de ponta ganha é fácil. Mesmo com o seu talento, a trajetória de altos e baixos, superações emocionais, pressão, lesões e incertezas de um atleta profissional são um espelho de uma realidade duríssima, muito mais dura do que a mídia tenta vender.

Fica esperto e não entre em esquemas ou caminhos desonestos. Você definitivamente não precisa disso.

Geração de Valor